Assunto extremamente triste, mas necessário discuti-lo, recente conversa com o jornalista Ricardo Capriotti da Band sobre a Morte Súbita de um esportista de 42 anos, que estava se exercitando no Parque Ibirapuera em SP, algumas perguntas surgiram.
Apesar do atendimento médico emergencial ter sido acionado, as diretrizes mundiais recomendam padrões de atendimento diferente do que existe em nosso país. Sabemos que não existe legislação federal que determine procedimentos mínimos e uso de equipamentos como o Desfibrilador Externo Automático (DEA), que esteja disponível a cada determinada distância para atender um evento médico grave como o de uma Parada Cárdio Respiratória nos Parques sejam temáticos ou Naturais no Brasil.
Diferente de nós, nos EUA por exemplo a cada brinquedo de um Parque Temático, além da lista de instruções, proibições e cuidados, existe disponível um DEA. Esse equipamento não precisa de médico para utilizá-lo pois tem um áudio orientando seu uso e em geral o funcionário ou segurança do local resolve.
Entre nós, dezenas de academias sequer tem um DEA e quando ocorre um evento, chamam o SAMU que em geral pelo tempo de chegada não consegue resolver muita coisa!
Oras, para chance de sucesso o início do atendimento de uma Parada Cárdio Respiratória, não deve ser superior a 03 minutos e por isso devem ser disponibilizados vários DEAs, além de funcionários treinados para ajudar.
Não se pode descuidar da prevenção, visto ser a atividade física e ou esportiva uma ferramenta indiscutível de qualidade de vida da população.
Em determinado Parque Paulista e até em um estádio de futebol soubemos que os DEAs estavam guardados em cubículos fechados a chave … realmente algo inacreditável.
Sem dúvida estaremos juntos e aplaudimos a campanha iniciada pelo Capriotti para a criação de uma legislação federal, obrigando as autoridades locais a se estruturarem como se deve na prevenção de Morte Súbita e eventos médicos na simples pratica da atividade física pela população.











