A disseminação incontrolada de “fake news” quanto ao cerceamento da liberdade de expressão ameaçam a democracia.
Mas o que são “fake news” realmente?
E o chamado “discurso do ódio?”
São definições vagas ainda se pensarmos com precisão.
A arbitrariedade está presente tanto no controle das “fake news”, como também, nos “discursos de ódio”.
Afinal, como punir o que está em processo de observação?
Este é o ser “humano”!
Deveria haver um debate amplo com especialistas em comunicação e os cidadãos para buscarem informações e soluções para essa questão.
Mas dar poder ao Estado para decidir com todos os seus mecanismos repressivos em relação a determinados grupos não é benéfico à nação brasileira.
Ocorrem perseguições no combate às “fake news” em vez de controle com medida.
Não deve haver regulação jurídica e política da liberdade de expressão sob o risco de censura.
A liberdade deve se basear no livre pensar, pluralismo e autonomia da democracia.
Será que separar totalmente a vida política do discurso religioso é contrário à liberdade de expressão num Estado laico como o Brasil?
É coerente e saudável para a nação a separação entre o discurso religioso e o discurso político, pois não se deve utilizar a prática das religiões para manipular os fiéis politicamente.
Portanto, o Estado deve agir com precaução em relação às medidas de controle das “fake news”, como também, em relação aos “discursos de ódio”.
“Aja antes de falar e, portanto, fale de acordo com os seus atos”.
Confúcio (551 a.C. – 479 a.C.) foi um filósofo chinês.












