Os americanos, decepcionados com o governo Biden, considerado fraco e inoperante, votaram e elegeram o Trump, um super ricaço, que se mostrou um aloprado, bufão, autoritário e extremamente dedicado à sua fortuna.
Ele está agora no meio de seu 2º mandato presidencial, e já atrapalhou bastante o Mundo e os EUA, com sua política de intervenção, de taxações, de desrespeito aos países e ao seu país.
Trump é uma “roubada” para os americanos. Tem quase 70% de rejeição pelo seu povo e pelas democracias do Planeta.
É “amigo” do Putin, do Xi, do Jong, dos Bolsonaros.
Mas, nada como um dia atrás do outro.
Agora, nas chamadas eleições de meio de mandato, Trump tomou uma lavada de votos contrários a ele e ao seu governo, perdendo a maioria na Câmara e no Senado.

A guerra do Irã, iniciada por ele, que aumentou muito o preço do combustível, as taxações irresponsáveis, que elevaram o preço de vários produtos de consumo interno, e diversos escândalos de corrupção e imoralidades foram as causas principais da menor taxa de aprovação de um presidente americano. O povo rejeitou Trump.
Seus próximos dois anos de governo serão ciceroneados por um Parlamento crítico e hostil às suas fanfarronices pernósticas, prejudiciais à democracia e à economia.
Trump representa o ápice de uma extrema direita mundial, que puxa o mundo para o atraso e para a barbárie.
Combate o multilateralismo entre os países, tem práticas de desprezo às causas das minorias, usa a repressão e a polícia para resolver a imigração, e joga a força militar para destruir seus desafetos pelo Mundo afora, e desrespeita e desafia líderes que discordam dele, como o Papa Leão XIV, o Presidente Zelensky, e a Comunidade Europeia.
Apregoa, com a maior “cara de pau”, a anexação do Canadá, da Groelândia, de Cuba, e se apossou da Venezuela.
Trump é a barbárie no mundo de hoje.
Mas, a história dá voltas, e os americanos, num ato elogiável, deram um chega pra lá de votos no bufão.
Diante da imensa desigualdade social, da vergonhosa acumulação de riquezas, da predação insana dos recursos naturais, e da realidade assustadora das mudanças climáticas, tudo o que não precisamos é de um aloprado do mal, fazendo barbaridades no comando da maior potência mundial.
Gilberto Natalini
Médico e Ambientalista












