Psicopatia é um transtorno de personalidade grave, caracterizado por: “falta de consciência”, um caráter manipulador e egocêntrico, além de habilidades sociais sedutoras.
Um novo tipo de psicopata, o “líder”, teria uma mistura de características consideradas “psicopatas” e “não psicopatas”.
Devemos ter o cuidado de não confundir um líder nato e talentoso com um psicopata.
Os psicopatas são charmosos, carismáticos e influenciam e manipulam os outros para atingirem os seus próprios objetivos.
Escondem sua falta de lealdade e responsabilidade sem muito esforço, facilmente, e, tornam-se líderes destemidos e bem-sucedidos, capazes de representar suas empresas, organizações ou países.
Adoram o poder e o controle e desempenham papéis de liderança.
Nem é necessário mencionar, mas já mencionando, que no mundo há um número expressivo de psicopatas e alguns psicopatas líderes.
É muito difícil reconhecê-los, mesmo os psiquiatras têm dificuldade, pois eles possuem um perfil diferenciado dos psicopatas criminosos que estão presos.
Os psicopatas têm dificuldades de formar laços de intimidade com outras pessoas, inclusive, com a própria família ou filhos.
Aparentemente, são “normais”, agradáveis e amigáveis, mas, na verdade, são insensíveis, com falta de empatia, remorso ou culpa e têm emoções superficiais, mentem de forma patológica, tem um comportamento manipulador e são cínicos.
Existem vários subtipos de psicopatas, mas o que melhor se enquadra no contexto de liderança é o subtipo “controlado”.
Ele é destemido, com emotividade superficial e, ao mesmo tempo, apresenta competência social, como também, boas funções executivas. Costumam obter sucesso em profissões em que esses traços são importantes.
E assim, tais indivíduos realizam sua necessidade de poder e controle sobre os outros.
Existem no mundo políticos que sejam “líderes psicopatas”?
Sem dúvida!
Prejudicam seus países, com certeza!
Pesquisas demonstram que a maior parte dos psicopatas na população em geral não são abertamente criminosos e podem ser encontrados em diversos ambientes, inclusive, nos de liderança.
Desafortunadamente, essa é a realidade que nos rodeia!
Eles conseguem manter muito bem as aparências!
Esses líderes parecem ser bons, mas, muitas vezes, tomam decisões pouco éticas, envolvem-se em comportamento antissocial, ilegal, podendo chegar à imoralidade.
É muito comum indivíduos com esses traços “psicopáticos” se envolverem nos chamados crimes de “colarinho branco” (como fraude e corrupção).
A chance dos políticos “líderes psicopatas” serem descobertos não são tão altas e as penalidades amenas.
Obviamente, não é “agradável” e nem seguro para os cidadãos serem governados por líderes psicopatas!
Eles são excelentes atores e encenam uma série de emoções e que podem ser modificadas facilmente de acordo com a conveniência e circunstâncias.
Eles são calculistas e focados em seus objetivos.
Eles fingem estar chateados com uma situação, estressados após um conflito ou brigas.
Em outras palavras, o psicopata líder é terrível!
Esses indivíduos são um risco para a sociedade, pois eles têm “sangue-frio”.
O psicopata líder é dificilmente reconhecido e diagnosticado. Eles usam a “máscara da sanidade”.
Enfim, isso acontece na vida real e com políticos da vida real!
“Nos indivíduos, a loucura é algo raro, mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra”.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi um filósofo prussiano.












